MIXAGEM & MASTERIZAÇÃO

A máxima qualidade técnica em seus projetos de áudio através de
ferramentas e técnicas consagradas pelos grandes produtores.

Esse curso prepara o aluno para mixar e masterizar projetos, visando o mercado fonográfico, TV, cinema e áudio profissional de forma geral, atendendo aos mais rígidos padrões de exigência, tanto nas normativas internacionais de padronização quanto na qualidade técnica e artística.

A mixagem e a masterização são duas etapas essenciais na qualidade do resultado final de um projeto de áudio e muitas vezes determinantes no sucesso de uma faixa musical, na qualidade de áudio de um filme ou no impacto de uma trilha sonora.

Uma boa mixagem pode ser uma tarefa complexa e um trabalho menos intuitivo e mais técnico do que se imagina, onde o engenheiro de mixagem precisa dominar os aspectos tecnológicos, técnicos, musicais e culturais envolvidos.

Nosso curso usa uma metodologia prática e de experimentação, combina conceitos com o emprego correto das ferramentas nativas, plug-ins e a sua aplicação em mixagens reais. Instrui através de exercícios, onde os alunos aplicam técnicas consagradas de mixagem e desenvolvem a liberdade criativa para apresentar seus próprios projetos definindo sua técnica pessoal de mixagem.

 

 

Veja abaixo o CONTEÚDO PROGRAMÁTICO do curso.

Próxima Turma INTENSIVO:

11 a 16/12/2017

segunda à sábado das 10 às 18 h.

CARGA HORÁRIA: 42 horas
DURAÇÃO:  Uma semana

Este curso não está disponível
na modalidade individual.

Conteúdo Programático

FORMANDO OS MAIS COMPETENTES PROFISSIONAIS DE MIXAGEM

Neste curso você irá aprender:

Correção e edição

Muitas vezes fica ao encargo do profissional de mixagem solucionar problemas ocorridos durante a captação tais como: fase, ambiência, vazamento de microfones, voz desafinada a até mesmo peças de bateria fora de tempo.
Nessa etapa o aluno terá um treinamento auditivo para que identifique tais problemas e aprenderá as ferramentas e técnicas para que possa corrigi-los.

Mixagem

São analisados referenciais artísticos usados como modelo para que os alunos desenvolvam seus próprios projetos.

Durante esse processo são ensinadas técnicas para diferentes estilos de mixagem para os mais variados gêneros musicais, do popular e rock, passando pela música eletrônica até peças instrumentais e orquestrais.

Masterização

Nessa etapa o áudio já mixado foi reduzido para um sinal estéreo (Mix Down/Bounce). No processo de masterização é feito o tratamento dinâmico e adequações para que o sinal atenda as normativas do mercado fonográfico e obtenha a máxima qualidade possível e as características sonoras que os artistas e produtores desejam.

METODOLOGIA

Sendo um curso prático, os alunos aprendem em estações individuais e aborda o processo passo a passo explanando os recursos, ferramentas, modelos e padrões de mixagem e todas as principais técnicas empregadas internacionalmente pelos melhores profissionais. Instrui no processo de mixagem e masterizazcao, desde os aspectos tecnológicos, técnicos, musicais e culturais envolvidos nessa importante etapa do processo de produção musical.

PUBLICO ALVO

Esse curso destina-se a técnicos, profissionais de áudio, produtores, proprietários e operadores de estúdios e home studios, orientando no processo de mixagem do ponto de vista técnico operacional, sendo indicado tanto para iniciantes no processo de mixagem quanto para profissionais que desejam aprimorar seus conhecimentos.

PRÉ REQUISITOS

Para um melhor aproveitamento do curso é necessário que o aluno tenha conhecimentos básicos e familiaridade com alguma plataforma, como: PRO TOOLS, SONAR, LOGIC, CUBASE, NUENDO, LOGIC, VEGAS SAMPLITUDE, etc.

Parte 1 –  importância da Mixagem para o sucesso de um projeto musical

  • Procedimentos básicos, regras e convenções do mercado fonográfico;
  • Estilos de Mixagem (Nova Iorque, Londres e Los Angeles)
  • Explicação e apresentação dos diferentes estilos e modelos de mixagem para os mais variados gêneros musicais: POP, Jazz, MPB, orquestrais e música eletrônica
  • Mixagem para locução e dublagem, trilhas sonoras, radio e TV;
  • Comparação referencial com mixagens internacionais, variações de estilos e tendências;
  • A mixagem como meio de expressão artística, a criatividade e a liberdade de mixagem, contexto cultural e interação com o produtor e artistas
  • A mixagem como prestação de serviço, qual o seu papel, quanto representa em uma produção e quanto pode custar.
  • A mixagem do ponto de vista comercial, dicas e técnicas de como tornar um projeto musical comercialmente viável através da mixagem;
  • A busca pela personalidade e a originalidade da mixagem em conformidade com um projeto
  • O emprego de um faixa comercial como modelo para sua mixagem.

Parte 2 – Planejamento e mapeamento de uma mixagem

  • Reconhecimento dos equipamentos e dos softwares (aplicativos e plugs ins) empregados em uma mixagem
  • Explanação dos equipamentos e softwares para a mixagem, periféricos físicos e plug ins que podem ser empregados;
  • O SETUP, a escolha e posicionamento dos monitores, o uso dos phones de ouvido, montagem, configuração e cabeamento do sistema;

Parte 3 –  A Mixagem na prática, o processo passo a passo dividido em etapas, (explanação dos elementos e técnicas envolvidas)

3.1 –  Definição de instrumentos e seu espectro

  • Apresentação da divisão de instrumentos por timbre e campo de frequência

3.2  – Por onde começar ?

  • Avaliação artística do projeto e propósito do produtor
  • Identificar o fator principal em um arranjo
  • Mantendo o foco
  • Planejamento e mapa da mixagem;
  • O emprego de agrupamento para facilitar e organizar uma mixagem;
  • O agrupamento para otimizar recursos (plug ins);
  • Técnicas e truques para conseguir o máximo de um mix

3.3 –  Monitorando

  • Distância entre os monitores
  • Ângulo dos monitores
  • Altura e posição dos tweeters
  • Volume na mixagem
  • Ouvindo em mono
  • Fase
  • Solo

3.4 –  Altura, profundidade e largura de uma mix (panorama)

  • Frequência, volume e panorama
  • Os três pontos
  • Mixando em estéreo
  • Mixando em mono
  • Imagem e posicionamento sonoro e panorâmico

3.5 – Aplicação de filtros e equalização

  • O que são, onde e quando utilizar ?
  • Low pass ou high pass ?
  • O que e espectro ?
  • Empregando analisadores de espectro;
  • Analise auditiva X   analisadores de espectro,
  • Shelving, sweep ou paramétrico,
  • Atenuar ou reforçar,
  • “Frequências mágicas”,
  • “Regras” de equalização
  • Tabelas de frequência para instrumentos e voz
  • Mascaramento, correções e posicionamento de instrumentos no espectro
  • Recursos tecnológicos para controladores panorâmicos e equalizadores
  • Os periféricos e plug ins mais empregados pelos profissionais de áudio;
  • Tipos de equalizadores gráficos, paramétricos e paragráficos, compressão dos seus      parâmetros

Exercício proposto:

Modalidade individual (audição).
Reconhecimento de frequências através de projetos existentes, onde o aluno devera equalizar três músicas, tentando ao máximo aproximá-las dos modelos.

Parte 4  –  Processadores de dinâmica

4.1 – Compressores

  • O que e dinamica ? Como e onde aplicar ?
  • Compressão como controlador de dinâmica
  • Compressão como efeito

4.2 – Limiter

  • O que e ?
  • Compressor ou limiter ?
  • Aplicações

4.3 – De-Esser

  • O que e sibilância ?
  • Aplicações do de-esser para correção de sibilância

4.4 – Gate

  • O que é ?
  • Relevância em DAW’s
  • Aplicações

4.5 – Técnicas, dicas e sugestões para o emprego correto dos processadores dinâmicos

  • Compressão paralela
  • Compressão no Bus
  • White noise em caixas (gate)
  • Osciladores em bumbos (gate)

4.6 – Recursos tecnológicos para processadores dinâmicos

  • Os periféricos e plug ins mais empregados pelos profissionais de áudio;
  • Compressores equalizadores, seu emprego para as mais variadas situações
  • Tipos de processadores dinâmicos e compressão dos seus parâmetros

Exercício proposto:

Modalidade individual
Utilização de compressores e gates no uso de técnicas de gating e ducking.

Parte 5 – Efeitos e suas aplicações corretas

  • Reverberador
  • Delay
  • Flanger
  • Chorus
  • Distorcao
  • Re- amplificação
  • Simuladores de amplificação para guitarras e baixos
  • Copia de segurança “limpa”
  • Aplicando a re-amplificação
  • Recursos tecnológicos para processadores de efeitos
  • Explanação dos periféricos e plug ins mais empregados pelos profissionais de áudio e  compressão dos seus parâmetros.
  • Timbragem de instrumentos e voz a partir de plug ins

Exercício proposto:

Individual
Os alunos deverão recriar os efeitos utilizados em três projetos, tentando ao máximo aproximá-los do material.

Avaliação de aproveitamento: Teste escrito dissertativo

Parte 6 – Finalização da mixagem

  • Mixagem para masterização
  • Níveis de volume e normalização
  • Formatos do Mix-down
  • Propósito da masterização
  • Deixando “headroom” para o engenheiro de masterização
  • Mixagens para distribuicao na Internet
  • MP3
  • Streaming
  • Mixagens alternativas
  • Versão para o álbum
  • Versão com vocais mais altos
  • Versão para radios
  • Versão para TV
  • Stems

Parte 7 –  A mixagem analógica X digital

  • O emprego de mesas e periféricos analógicos;
  • Diferenças entra mixagens Analógicas e digitais;
  • A Mixagem digital, as vantagens do emprego de plug ins e da edição não destrutiva;
  • Mixagem com automação e consoles de controle;
  • Mixagens híbridas

Parte 8 – Otimização de recursos no projeto de mixagem

  • (Emprego do freeze, subgrupos e bounce) como recursos de otimização de processamento da máquina, métodos de multi sessão e arquivamento de pistas, modelos de sessões e formatos de arquivos)

Parte 9 –  Compatibilidade e integração entre aplicativos e formatos de arquivos (PRO TOOLS, CUBASE, NUENDO, SONAR, LOGIC e SAMPLITIDE)

  • Arquivos OMF e consolidação de projetos;
  • Salvando  pistas como arquivos de áudio para migração de projetos.

Parte 10 –  Masterização e tratamento do Áudio digital

  • O que é Masterização;
  • Organização da Sessão de Master
  • O processo de masterização digital, (ajustes dinâmicos: correções manuais, compressores e expansores e nivelamento de multiplas trilhas em um CD via Sound Forge);
  • O emprego de plug ins para masterização;
  • Diferenças entre Master Analógica e Digital;
  • Comparação e análise de um disco sem masterização e do mesmo disco masterizado com equipamentos analógicos.
  • Finalização do trabalho na mídia final CD ou DVD empregando o Peak.

Exercício proposto:

Modalidade Grupo
Os alunos masterizarão os mesmos projetos utilizados nos mixes, permitindo assim acompanhar a evolução de um projeto através de sua mixagem até a masterização

A avaliação de aproveitamento é feita através da pontuação registrada nos exercícios práticos efetuados durante o curso.

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